Ranger Creek Bottles


SAN ANTONIO - Ranger Creek Brewing & Distilling has received label approval for its first commercial beers, to be released to draft accounts next month.

Ranger Creek will begin with a South Texas Lager, an Oatmeal Pale Ale (OPA), a Mesquite Smoked Porter and 750-ml bottles of a Belgian-style strong dark ale named La Bestia Aimable.

Bush de Dubuisson Ambree

Las cervezas provenientes de Bélgica tienen la característica de ser fuertes en sabor y sobre todo en contenido alcohólico. Cuando ví esta botella cuyo lema era "The Strongest Belgian Beer" (la cerveza belga mas fuerte) supe enseguida que no me la podía perder.

La cervecería Dubuisson data del año 1769 cuando Joseph Leroy, que era un granjero, se puso a hacer cerveza para sus empleados. Esos son empleadores! :)
En el año 1931 unos descendientes de Joseph decidieron abandonar la granja y hacer crecer la cervecería. La idea fue elaborar cervezas con un mix de estilos belgas e ingleses, ya que eran los estilos que estaban de moda en ese momento.
Hoy la cervecería sigue en su misma ciudad de origen (Pipaix) y es manejada por la misma familia Dubuisson.
Elaboran 4 estilos: Bush 7%, Blond 10.5%, una que se elabora solo para fin de año llamada Bush de Noel de 12% y la que pude probar que es la Bush Ambree de 12% y cuya receta fue inventada en el año 1933 por el abuelo del actual maestro cervecero.

Suficiente de historia, pasemos a la cata. Como su nombre ya nos indica, su color es ambar y se la nota bastante turbia. Al servirla genera una espuma blanca que no dura demasiado pero deja una corona en el borde del vaso que persiste todo el tiempo.
En su aroma predomina un dulzor como a vino oporto con notas de frutas secas lo que siempre me hace recordar al pan dulce de fin de año.
Su sabor es a frutos secos predominando la pasa de uva y un dejo licoroso. Es bien dulce en los primeros sorbos y luego aparece un amargor pero que no termina de balancear todo este dulzor. Es de cuerpo medio y deja bastante caliente la garganta gracias a sus 12° de tenor alcohólico.

La tomamos junto a Cíclope y mi esposa acompañado de brownies caseros, que fueron terminaron haciendo un excelente maridaje.

Bush de Dubuisson Ambree:

Lamentablemente es otra cerveza que no se consigue en Argentina.

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Fiaca

Según mi cronograma imaginario hoy debería escribir la reseña de cuatro Ales inglesas, pero la verdad es que no dormí bien y me da mucha fiaca, así que se les convido con unas fotos que estuve sacando en estos días, algunas irán a Mi Libro (que está marchando muy bien). Espero les gusten.



U Slovanské Lípy 


Jihoměstský Pivovar


U Černého Vola


U Černého Vola


U Dvou Koček


Kaaba


Hoje vou descrever um sonho que realizei esta semana !!!!! ARREBENTOU

Após realizar dois cursos sobre produção de cerveja caseira fiquei com a sensação de que faltava alguma coisa, e pesquisando na net observei que havia um mundo de dúvidas sobre a arte cervejeira.

Até que conheci, por acaso, dois individuos que revelaram o verdadeiro mundo cervejeiro passo a passo, com dicas que ninguém entrega de bandeija. Bom, tudo começou quando encontrei o blog BREJA DO BREDA repleto de literatura de fácil entendimento; até aí tudo bem, o legal foi que no Hospital onde trabalho, Fernando um amigo meu, disse que conhecia o elaborador do blog, e que era seu amigo de infância, então nós começamos a manter contato por e-mail e retirar dúvidas sobre cervejas, o Fernando se interessou também e acabou entrando de cabeça nesta empreitada como meu sócio. Mas chega de lero lero, as duas pessoas que realmente fizeram a diferença e mostraram que cervejas especiais são possíveis de serem feitas em casa sem muita dor de cabeça e com uma qualidade de dar inveja são:  Marcelo Henrique Breda e seu sócio Rivaldo (RIVA).
Esses sim, depois de também bater muito a cabeça na parede atrás de informações hoje fazem no mínimo por brassagem 100 litros do precioso néctar. É DE ARREBENTAR O PAU DA VIOLA!!!!!
Fui convidado a acompanhar uma brassagem dos mestres, onde fiquei maluco, podendo apreciar todo o processo, desde a moagem do malte até a pasteurização de garrafas enriquecidas com o líquido dos deuses.
Abaixo uma breve descrição do que presenciei e fiz:

•    Processo completo da brassagem;
•    Dicas de temperatura e rampas pra melhor eficiência do mosto final;
•    Aferição e controle de densidade com direito a aula sobre possíveis erros e correção;
•    Recirculação do mosto;
•    Transferência para panela de fervura onde é feita a lupulagem de amargor e aroma com dicas essenciais para produção;
•    Whirlpool e separação do trub quente;
•    Resfriamento e transferência para o fermentador, com dicas de como não contaminar sua breja;
•    Fermentação processo completo;
•    Maturação dicas importantes;
•    Engarrafamento e priming;
•    Pasteurização.

Mas não se enganem porque por trás disso tem muito mais dicas e macetes que ninguém te conta, e os caras dão uma aula de dar inveja, pura sabedoria!!!  Não é para menos, no dia da brassagem fizemos 100 litros de Hefeweizen sem dificuldades, acertando os parâmetros da receita de primeira. Isso quer dizer que sou pé quente?  rsrrsrrsr...brincadeira os caras dominam tudo.
Depois de transferir a cerveja para o  fermentador começamos a fazer o priming com açúcar invertido para  a fermentação secundária nas garrafas de stout que já estavam em final de maturação, realizamos também a pasteurização de outras garrafas de stout que já estavam em processo de maturação avançado e finalizamos com a higienização do equipamento.
Foi um dia inesquecível com direito a fotos, filmagem e degustações durante o evento, onde apreciamos dois estilos de cervejas criadas pelos nossos amigos: Foreign Stout e Irish Red Ale.
Vejam as fotos das brejas abaixo, é de dar água na boca.
grande cervejeiro - tudo sobre cervejas, nacionais e importadas

 Da uma olhada nesta Stout não esta parecida com uma outra cerveja comercial ? Preste atenção no creme e na carbonatação fazendo esta linda imagem parecer uma pintura. Bom se ja associou com a outra breja deve ter notado a semelhança, mas esta Stout não é uma Lager e nem é nitrogenada como a comercial , e muito menos segue o mesmo estilo, somente são parecidas pois como já degustei as duas é incontestavél a superioridade desta Stout tendo um complexidade impar, creme denso e super persistente de cor chocolate liberando todo o aroma herbáceo nubreante da erva. Paladar com notas de café, toffe e chocolate tudo muito bem equilibrado com um amargor suave no retrogosto tornando esta breja deliciosa com exelente drinkability...QUERO MUITAS NA MINHA GELADEIRA !!!

Tem mais!!!! Meu sócio e eu tomamos coragem e compramos o kit B&R que os nossos amigos Breda e Riva estão montando. O kit tem capacidade mínima para 100 litros de breja por brassagem, será um grande desafio para nós.
E os mestres nos deram ainda uma Hands-on com Brassagem, Fermentação, Engarrafamento e Pasteurização, ou seja, na nossa primeira brassagem eles vão dar acessoria total; quer mais que isto?. Agora é só começar a fazer nossa breja, que alias já tem até nome, mas isso será uma nova história.

Link pra ver todas as fotos abaixo:

PROSIT !!!!!!

Mort Subite Kriek

Para la elaboración de la cerveza se necesitan básicamente 4 ingredientes: agua, malta, lúpulo y levadura. Hablando más específicamente del último ingrediente que es la levadura, a grandes rasgos estas se dividen en 2 grandes grupos: Ale y Lager. Ya les había explicado anteriormente que las Lager se caracterizan por fermentar a bajas temperaturas (5° aproximadamente) y son las que utilizan las mayorías de las cervecerías industriales, mientras que las Ale fermentan a temperaturas que rondan los 18° - 20° y son más utilizadas por los cerveceros artesanales.
A su vez dentro de estos 2 grandes grupos existen diferentes levaduras que le dan distintos perfiles a las cervezas. Así se usan levaduras específicas para hacer las típicas cervezas belgas que tienen gran tenor alcohólico, otras para las tradicionales Pale Ale inglesas con sus perfiles cítricos, y otras totalmente distintas para las famosas cervezas de trigo (weissbier) alemanas con sus notas más frutales.

Por que esta introducción? Porque la cerveza de las que le voy a hablar es de un estilo muy particular llamado "Lambic". Y su característica es que esta cerveza fermenta con levaduras salvajes, es decir con levaduras que están en el medio ambiente, que no pertenecen a los grupos antes mencionados y que no son agregadas manualmente por el maestro cervecero. En cualquier otro estilo de cerveza esto sería considerado una contaminación pero en estas cervezas en particular es justamente lo que se busca.

Las lambic son originarias casi todas del gran país cervecero de Bélgica. Esta marca en particular es muy conocida por esas tierras y su nombre deriva de un bar muy conocido llamado "A la Mort Subite" que se encuenta en Bruselas. Dicen que el nombre además de significar muerte súbita, es una frase utilizada en Francia para el último tiro en un juego de dados y que previo a eso proviene de una forma de hacer negocios clandestinos.

A estas cervezas generalmente se le agregan frutas. En este caso en particular los ingredientes adicionales eran frambuesa y bayas del sauco.

Su color es rojo rubí bien brillante y forma una espuma blanca y cremosa muy persistente. Uno puede observar las burbujas constantes y finas como las de un champagne.
En su aroma predomina fuertemente la cereza. Al probarla hay que saber aguantarla un poco porque en el primer sorbo es muy pero muy ácida. Luego aparece el gusto entre ácido y dulzón de la cereza que es lo que termina perdurando en la boca. No tiene nada de amargor y es bien liviana en alcoholes ya que solo tiene 4.5°.
Me hizo recordar a la fresita que uno toma en los brindis de fin de año.

Ya había tenido una experiencia con una lambic pero sin agregado de frutas y debo confesar que no me había gustado en lo más mínimo, pero al probar esta cerveza con cerezas y bayas todo cambió rotundamente. Muy rica y tomable y si no fuera porque no llega a estos rincones del mundo, la usaría para toda ocasión especial que amerite un brindis.

Mort Subite Kriek:

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LECKER


Hoy le toca a Cervecería LECKER un lugar que conozco hace bastante pero a la vez hacia mucho que no iba tenía muchas ganas de volver y más de hacer una buena review.

Vamos a empezar diciendo la onda que tiene este lugar es muy pero muy copada, Música cool a volumen Adecuado, la ambientación es bien Irish Pub con bandera de Irlanda, poster de cervezas, todo de madera, como tiene que ser para poder disfrutar de una buena cerveza artesanal. Nos ponemos a chequear la carta y cuentan con una variedad de 4 cervezas propias (Rubia, roja, negra y dorada), warsteiner tirada y en porrones estrella Galicia, isenbeck, tragos, vinos,etc. Tienen amplia carta de comidas platos alemanes, picadas, pizzas, todo muy completo y a un muy buen precio.Arrancamos con una jarra de Cerveza dorada y la verdad que nos sorprendimos, es para levantarse y aplaudir al brewmaster porque logro algo excelente : aroma acaramelado, un gusto maltoso que abarca toda la boca (en su descripción dice que tiene doble malta), 8% de graduación alcohólica, espuma blanca que perdura en vaso, además de todo era muy refrescante, altamente recomendable es más les digo terminen de leer y vayan a probarla! , con solo decirles que anoche nos tomamos 3 litros de esta cerveza….

Acompañamos las jarras con una picada alemana chica para 2 ,comimos 3 y sobro por solo 49$ , además de que el litro de su cerveza lo tienen a 20$ , sumémosle sus happy hours + una excelente atención ya que no tardan en llevarte la cosas a la mesa .Vayan disfruten con sus amigos, flia y después me cuentan!

Los otros estilos los dejamos para próximas reviews porque tenemos lecker para rato! , espero que me inviten pronto a ver como hacen su producción!

Cervecería Lecker: Garay 1438 casi Olavarría

Grupo facebook : Cerveceria Lecker

Jester King Commercial Suicide

AUSTIN - Jester King has received label approval for its first bottled commercial release, their Commercial Suicide. Commercial Suicide is an oak-aged dark English mild with only 3.3% ABV, and is already available at select draft accounts in the Austin area.

750-ml bottles should be available before the end of the year.

Austin Beerworks

AUSTIN - Another new Texas craft brewer has been discovered named Austin Beerworks, currently under active development and pursuing licensing. They will begin with a full canning operation, forgoing traditional glass bottles entirely.

They expect to be open and brewing by January of 2011.

Feria de la cerveza en las Ventas 2010

Tras la feria de la cerveza de las ventas del año pasado en Madrid, este año se repite e evento aumentando los días de feria ya que se considero que el año pasado se quedo corto, esta vez será desde el próximo día 28 de octubre hasta el 7 de noviembre.

Los horarios de la feria serán de jueves a domingo, jueves y viernes a partir de las 19 horas y sábados y domingos a partir de las 12 horas, la entrada sera gratuita.

La cerveza que se podrá degustar allí es la que distribuye Heineken en España, Affligen, Guinness, Mort Subita, Heineken, Paulaner, Murphy´s, Legado de Yuste, Judas, Maes, Birra Moretti, Desperados, y Newcastle.

También habrá música en directo y comida para acompañar la cerveza.


Para más información: http://laferiadelacerveza.es/

Big Brew Day

Este sábado 23 de octubre se celebra en Argentina el Big Brew Day o lo que en nuestro idioma se trauduciría como "El día del Cocinadón".
En que consiste? La idea es que todos los cerveceros artesanales de Argentina elaboren un estilo determinado durante el mismo día e inviten a gente que está interesada a presenciar como es el proceso de elaboración de la cerveza.
Este movimiento se inició en los Estados Unidos hace ya 22 años y aquí se comenzó de la mano de la Asociación Civil Somos Cerveceros en el 2008.

Este año la adhesión será de un número importante de cerveceros y además se contará con la ayuda de la tecnología para que aquellos que quieran ver el proceso en vivo, pero no quieran salir de su casa, lo puedan seguir por Internet.

Para acceder a mayor información sobre el evento, sumarse a alguno de los sitios donde se elaborará cerveza o bien seguirlo en vivo por internet, ingresen en www.somoscerveceros.com

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Ahh, as belgas... 3° Passo do Breda

...várias das melhores cervejas que já degustei vieram de lá. Tudo começara com uma despretensiosa festa de final de ano da empresa onde reuníamos grandes e velhos amigos para comemorar cada ano que se findava, bons tempos aqueles, onde o trabalho era salpicado de "happy hours" e conversas sobre amenidades. Mas foi lá, no Drake's Bar (aqui em São Paulo) que uma noite, enquanto eu e o Fabião "cabelo" esperávamos os atrasados presos no maravilhoso trânsito da capital, que resolvi arriscar e pedir uma cerveja diferente, garrafa de 750ml, rolhada, com um rótulo sóbrio e uma descrição apetitosa, naquele momento nem imaginava que estava prestes a conhecer uma de minhas paixões primeiras, uma La Trappe Tripel, servida em uma taça majestosa que nos faz pensar como deve ter sido viver em tempos medievais...puro devaneio... chegarei nessa obra de arte em breve, retomemos pois nossa estrada.
Para os mais perseverantes, PARABÉNS por terem chegado até aqui e espero que continuem a viagem, este passo os fará mais fortes e motivados a não desistir, pois estaremos agora experimentando sabores, aromas e conhecendo processos ímpares, pois as belgas assim o são, diferentes, especiais e deliciosas.

Relembro a postagem que fiz lá nos idos de 2009 no início do Blog (Começa o Beer Tour e O Paraíso), tive a oportunidade e o imenso prazer de estar na Bélgica onde me deliciei com o Beer Weekend Paradise e visitei cervejarias como a Cantillon, Delirium Café e A La Mort Subite; estive também na Holanda, neste visitei a Trapista Koningshoeven Abbey em Berkel-Enschot nos arredores de Eindhoven onde são produzidas as famosas cervejas La Trappe, alerto que a visita vale cada centavo (de euro é claro!).

Comecemos então pelos estilos Belgas:

Trapistas: Há somente sete mosteiros trapistas produzindo cerveja pelo mundo, como poderão verificar seis deles estão na Bélgica e um está, como citei, na Holanda. Teoricamente, considera-se Trapista somente as cervejas produzida no interior de algum mosteiro ou abadia trapista, ou seja, é um sacrilégio considerar que uma cerveja produzida em outro local seja chamada de trapista ou que siga um estilo trapista, há inclusive um movimento da União Belga dos Fabricantes de Cerveja e do Clube de Cerveja Belga no sentido de combater essa que, segundo eles, é uma utilização imprópria da nomenclatura e prejudica a boa reputação das cervejas belgas. (ver pequena matéria no site da Cervesia). Os estilos mais conhecidos são: Blond, Dubbel, Tripel, Quadrupel. A razão de possuírem tais nomes não é muito conhecida, porém há uma teoria que remete à utilização de marcas feitas pelos monges nos barris de cerveja de forma a diferenciá-los por sua quantidade de álcool, assim teríamos a  letra "X" como marca, ou seja, X seria a mais fraca, XX seria a média e XXX a mais forte, além disso, segundo o pesquisador Michael Jackson - não, não é o cantor (http://www.beerhunter.com/) as marcas seriam respectivamente correspondentes a 3, 6 e 9% ABV. Para ser quadrupel a cerveja deve ter mais de 10% ABV.
Sugiro, pela ordem, as La Trappe blond, dubbel, tripel e quadrupel. Tem a Monasterium da Falke também.

Lambics: São cervejas muito diferenciadas produzidas na Bélgica (Bruxelas e no sudeste do país) e possuem fermentação espontânea, ou seja, não se adiciona a levedura no processo, os tanques são abertos e leveduras selvagens existentes no ambiente da cervejaria se encarregam de trabalhar. Há vasta literatura sobre o assunto, por isso vamos aos tipos de Lambic: Lambic Pura, Gueuze (um blend de duas lambics - uma jovem e uma envelhecida), Mars (com 2% de álcool não é mais produzida), Faro (mistura de uma lambic com uma cerveja mais fraca e adicionada de caramelo), Kriek (lambic refermentada com cerejas), Fruit lambics (com extrato de framboesa, pêssego, cassis, morangos e modernamente com banana, coco, abacaxi, limão e outras frutas silvestres). 
Gosto muito da Mystic, da Kriek Boon e da Kriek Maxx. Como experiência sugiro degustar uma geuze mas com cuidado para não assustar, pois é um estilo muito peculiar, diria até que um pouco difícil de beber, mas vale o conhecimento, as cantillon são muito famosas em Bruxelas mas não são encontradas com facilidade no Brasil.

Abbey Beer: O termo é aplicado às strong ales produzidas de uma forma similar às trapistas, porém que não foram produzidas dentro de um dos sete mosteiros trapistas do mundo (Orval, Chimay, Rochefort, Westvleteren, Westmalle, Achel e La Trappe) exemplos desse estilo são a Leffe e a Duvel provenientes de mosteiros beneditinos.
Podemos experimentar com facilidade as Leffe (Blond, Brunette, Radieuse e se tiverem a sorte de encontrar, degustem a Vieille Cuvée - com 8,4% ABV - maravilhosa)

Golden Ale: Cervejas frutadas e muito aromáticas foram criadas segundo consta para competir com as Pilsener lagers, porém utilizando maltes diferenciados e um mix de lúpulos tchecos, eslovenos e alemães. Podem ter teor alcoólico variando dos 4,5% aos 8,5% e são de alta fermentação.
Que tal uma nacional? Experimentem a Golden da Baden Baden e a Strong Golden Ale da Eisenbahn (show!).
Deus: ahh, a caríssima Deus Les Brut de Flanders, infelizmente cara no Brasil (em média R$ 180,00 a garrafa), pois na Europa você a encontra por € 12,00. Segue o processo de fermentação secundária como os champagnes franceses, a cerveja depois de engarrafada recebe uma nova dose de fermento e de açúcar e refermenta ficando de ponta-cabeça e sendo girada de 1/8 de volta duas vezes ao dia por 20 dias em caves subterrâneas, depois tem o resíduo da fermentação que se acumulou no gargalo retirado a uma temperatura muito baixa para não vazar além da conta e finalmente recebe sua rolha, bom, essa é a lenda. Vale a pena experimentar, mas 99% das pessoas dizem: "Mas nem parece cerveja!" ... admito, não mesmo... mas é ótima. Há a brasileira Lust também, mais acessível, provem.

Esses são os principais estilos belgas e tenho a certeza de que vocês terão uma grande e bem variada lista para degustar até a próxima postagem.

Aqui coloco um link bem interessante onde estão catalogadas todas as cervejarias belgas e suas cervejas além de uma lista de Pubs, Beer Shops entre outras coisas. Acesse BBB - Belgian Breweries and their Beers.

Prosit!!!


Fonte:  "www.brejadobreda.blogspot.com" 

Webmaster Ricardo Oliveira de Matos

RYE IPA on Cask at Tres Hombres TONIGHT in Carbondale

Schlafly mallet and PitchersImage by thebeerphilosopher via Flickr
Just got a phone call from Kent Householder with Schlafly Brewery telling me he'll be at Tres Hombres on North Washington St. in Carbondale tonight tapping a cask of Rye IPA ...nothing like last minute notice, but surely some will take notice and stop in.

Tell 'em I sent ya!

Kent said they'll be tapping the cask at 5:30pm. I'm sure you'll wanna be there. Cheers!

Enhanced by Zemanta

Brewery Visit: Brasserie des Ecaussinnes


We went there quite a while ago. Actually a fun place, and most importantly they have a great little bar/restaurant where you can sample all their beers. Which at that point where not yet available in regular shops in Brussels. In the meantime, to our delight, we started seeing their Ultra Blonde and Ultra Brune in the supermarkets.

Biblical Beer

Photo from Biblical Archaeology Review
Many thanks to my friend Paxton for posting a very interesting article to my Facebook wall this morning.

It seems that research is bearing out that beer - shekhar in Hebrew - played a larger role in Biblical history (the history of ancient Israel) than many modern scholars and translators would have us believe. Michael M. Homan - associate professor of Hebrew Bible at Xavier University - postulates that the emphasis on wine in some Biblical translations, commentaries and critical texts is more a result of modern cultural biases toward wine than actual historical fact. Here's a quote from the article:

"Beer was a staple in the Israelite diet, just as it was throughout the ancient Near East. Yet a search of most English translations of the Bible will produce few, if any, occurrences of the word “beer.” Ancient Israel’s affinity for beer has largely been ignored. I believe this is for three reasons: (1) confusion about the meaning of the Hebrew word shekhar (שכר), (2) a general snobbery in academia causing scholars to scorn beer drinking while celebrating wine culture, and (3) the unique challenges archaeologists have faced in finding (or identifying) beer remains in the Israelite material record."

The article is an interesting read and seems well researched. If Homan is to be believed, this revelation would cause no end of grief for the vocal majority of neo-prohibitionists that represent a segment of the Christian community today - particularly in fundamentalist circles. These are the people that have a hard enough time admitting that Jesus ever drank wine - at least wine with alcohol in it - despite the overwhelming evidence to the contrary, so throwing beer into the mix would add an even greater challenge to their revisionist interpretations.

I said "would cause" because most who hold this view are not likely to ever research the issue in any critical way, opting instead to arbitrarily impose their own presuppositions on the task of Biblical interpretation, especially when it comes to an issue they find particularly repugnant.

But I digress. Give the article a read and let me know your thoughts.
 

Buena Birra Social Club

Los restaurantes privados están empezando a crecer en forma exponencial en Buenos Aires y Buena Birra Social Club llega para ser el primer brewpub de su tipo en la ciudad.

Uno de sus dueños es una persona muy querida y respetada en el ambiente cervecero y no es para menos, ya que Ariel Golia o Toti como todo el mundo lo conoce tiene en su haber el honor de ser bicampeón del Concurso Nacional de Cerveza Artesanal. Todavía recordamos aquella Weissbier que pudimos probar, con la cual se alzó con el 1° puesto en el Concurso Somos Cerveceros 2008.

Hace falta aclarar quien es la estrella exclusiva del lugar? Al entrar ya nos encontramos con fotos de temática cervecera y cuadros entre los cuales tenemos la tabla períodica de cervezas que nos explica de forma muy práctica la enorme cantidad de estilos que existen. En cada paso de la decoración aparece la bebida emblemática ya sea en su forma final o en sus ingredientes: hojas y flores de lúpulos, granos de cebada, botellas de cervezas internacionales y muchos otros detalles que deberán prestar atención para irlos descubriendo.

En el salón principal aparece la barra de la cual surgen 4 espectaculares canillas muy originales. Tras esa barra estará siempre Toti, el maestro cervecero, explicándonos los estilos del momento. Y es que Buena Birra Social Club no tendrá menú fijo de cervezas, sino que irá rotando estilos continuamente para que podamos explorar la inmensa variedad que nos puede ofrecer el Elixir de los Dioses.


Brindando con Toti y Sergio en plena inauguración

Para la ocasión de la inauguración pudimos degustar una espectacular American Pale Ale que fue sin dudas la protagonista de la noche. Su color dorado, su aroma intenso a lúpulo y su sabor entre floral y cítrico provocó que el barril se agotara ante la sed de los presentes. Y la Nut Brown Ale no se quedó atrás con sus notas tostadas y acarameladas muy bien balanceadas.

El menú gastronómico incluye picadas y pizzas bien caseras de las cuales podemos dar fe que estaban muy ricas y fueron una buena excusa para seguir disfrutando de la buena cerveza. Los bocaditos de longaniza se llevaron los aplausos de la noche.

Si son curiosos por conocer como se elabora la cerveza, no duden en pedirle a Toti que les muestre el brewhouse para que puedan entender un poco más como se llega a eso tan rico que están degustando.

Definitivamente el ambiente es muy acogedor, y no podía ser de otra manera ya que es la mismísima casa de quienes nos atienden. Ideal para pasar excelentes momentos con amigos y/o en pareja.

Desde aquí le deseamos al amigo Toti y a toda la familia Golia la mayor de las suertes! Larga vida a Buena Birra Social Club!

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Buena Birra Social Club
Colegiales, Buenos Aires, Argentina
Reservas a buenabirra@gmail.com o al 1564283457
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Curso de maridaje con cerveza

Sos un amante de la cerveza y de la buena comida? Siempre andas tras la búsqueda de la perfecta combinación entre los distintos estilos y la gastronomía?
Si es así, no te podés perder este curso que nos ofrece la gente de Centro de Cata de Cervezas.

CURSO DE MARIDAJE CERVEZA & COMIDA

Inicio
Martes 9 de noviembre

Programa
Degustar & Catar & Disfrutar

1º Clase
Introducción y Objetivos
Los estilos de Cervezas
Fundamentos en el maridaje de Cerveza y Comida:
-La importancia de Combinar intensidades
-Flavors y Aromas Comunes
-Considerar los elementos Contrastantes y Complementa-
rios (amargor, dulces, carbonatación, especiados, grasos)
-Encontrando Armonías

2º Clase
Vocabulario Común a la Cerveza y Comida
Características de la Comida comunes a la Cerveza
Las Copas para cada estilo de Cerveza
Métodos de Cocción y su importancia en los maridajes con Cerveza (marinados, braseados, grillados, etc.)

3º Clase
Cervezas y Ensaladas
Cervezas y Entradas
Cervezas y Platos Principales
Cervezas y Postres
Regiones Cerveceras y Platos Tradicionales

4º Clase
Cerveza y Quesos
Tipos de Quesos, flavors
Los distintos estilos de Cerveza para cada tipo de quesos
Planificación de un menú con Cervezas
-Objetivos &-Consideraciones
Cocinando con Cerveza como ingrediente
-Objetivos &-Consideraciones


Información:
Extensión: 10 hs cátedra, 4 días.
Todas las clases incluye cata de cerveza y degustaciones de maridaje.
Horario: Martes de 18:30 a 21:00 hs.
Lugar: CABA, Barracas
Cupo: 20 personas

Inscripción:
informes@ba-malt.com.ar
info@centrodecatadecerveza.com
1541696691

Costo: 380$
Incluye: Material Impreso. Degustaciones.

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Divine Reserve as Fall Seasonal

HOUSTON - Saint Arnold's Divine Reserve No. 9, their imperial stout pumpkin ale of last fall, will be the first of this series to become a regular fall seasonal release beginning next year, as reported by Houston's Barley Vine.

Sábado a la noche a punto de ensayar con la banda y que mejor que hacer previa con una cerveza de calidad.

Descorchamos, si descorchamos porque la botella de esta cerveza es como si fuese una de champagne o la de un buen vino,

apenas se destapo salió un aroma a maltas tostadas impresionante, cuando se la sirve se puede apreciar ese color ámbar intenso y espuma que

perdura en vaso, en el primer sorbo se siente su graduación alcohólica de 10% (Para mí un 12%),pero también inunda la boca de sabor a malta

(ya que como dice su descripción es cuadruple malta) aparte de su rico sabor frutado.

Muy pero muy recomendable, la botella la pueden conseguir en vinotecas locales a un precio de 45$ el litro, es un poco caro pero para los que nos gusta la

cerveza les puedo asegurar que vale la pena. Es elaborada por Monjes trapenses, fermentada en barriles de roble para desarrollar un sabor más intenso.

Es la más fuerte de sus 7 variedades.Que mas decir sobre esta cerveza , puedo decirles : Cómprenla!



Szot Strong Ale

En este día tan especial para nuestros amigos chilenos, les deseamos la mayor de las suertes a esos 33 mineros que hace casi 2 meses están a 700 metros bajo tierra y hoy finalmente podrán comenzar a salir. Nuestros mayores deseos de que salga todo bien!!!

Y como seguramente saldrá todo según lo planeado, ojalá puedan todos brindar con la cerveza que les traigo en esta ocasión.
Ya habíamos mencionado a la muy buena cervecería Szot en la nota sobre su cerveza Stout. Esta vez tenemos a su estilo Strong Ale en su versión "normal". El mismo estilo también existe en una versión llamada "1000 días" porque se la deja añejar durante ese tiempo.

De entrada la etiqueta llama notablemente la atención. Tiene una cara que la cervecería llama "Mr Angry" que dependiendo como se la ve nos mira con cara normal o de muy pocos amigos.

Al servirla se la ve de un color cobrizo intenso formando una buena espuma blanca bastante perdurable. Su aroma es marcadamente cítrico con algunas notas florales. Al tomarla se siente primero un dulzor como acaramelado mezclado con algo floral. Al principio es dulce pero su amargor medio equilibra perfectamente este dulzor. Su cuerpo se siente al igual que el alcohol que nos deja un poco caliente la garganta (7.5°).
Una cerveza muy rica que es entre compleja y muy tomable. Al final Mr Angry no resultaba tan malo como parecía... ;)

Szot Strong Ale:

Nota: Increíblemente perdí la foto original que tomé de esta cerveza, asi que me tomé el atrevimiento de recurrir a la foto publicada por el amigo Catador del gran blog www.buenacerveza.cl. Gracias Catador! :)

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Divine Reserve No. 10

HOUSTON - Saint Arnold has announced the next beer in their Divine Reserve series (No. 10) will be released on Tuesday, November 2nd.

This edition of the series is a new English barleywine based on homebrewer Chris Landis' recipe as winner of the Big Batch Brew Bash competition this past spring.

Saint Arnold Expands Again

HOUSTON - Settled in their new downtown location, Saint Arnold is again expanding its capacity with the addition of four new 240-barrel fermentation vessels. The new fermentors should be installed and in normal brewing operations by the end of October.

The addition of this new equipment raises the annual capacity of Saint Arnold from 35,000 to around 50,000 barrels, nearly doubling their total capacity from only a year ago.

Rogue Ales Tasting Coming to Westroads

Just a quick note to local followers, next Thursday (10/14/10) from 4:30 - 7:00pm I will be hosting a FREE craft beer tasting at Westroads Liquors in the Murdale Shopping Center in Carbondale.

Stop in and try a few of Rogue's terrific craft ales and show your support for better beer right here in Carbondale! Look for more information on what we'll be pouring in the days to come. Hope to see you there!

Where: Westroads Liquors, 1701 W. Main St. Carbondale

When: Thursday, October 14th, 2010 from 4:30pm till 7:00pm

Beer Festival - Zaragoza

Desde el día 8 hasta el día 17 de Octubre se podrá disfrutar en el parque del agua Luis Buñuel del Beer Festival, una feria con 50 grifos de cerveza de 5 tipos diferentes, con actuaciones en directo como el musical Chicago en el Palacio de Congresos de la Expo o el festival de teatro de humor del Teatro Arbolé.

El Beer Festival es una fiesta en el que prima el humor, la música española y el buen Rock con actuaciones como la del Sobrino del Diablo o El hombre linterna.



Por supuesto no debemos olvidar la cerveza, 50 grifos con 5 tipos distintos de cerveza, desde la cerveza rubia (Bavaria), hasta las trapenses (Trappe) pasando por las cervezas de trigo.

Para finalizar el festival con un buen sabor de boca el día 18 de octubre, último día del festival se distribuirán los últimos 20 barriles de Isid´or cerveza trapense desarrollada por la casa Trappe en el año 2009 conmemorando el 125 aniversario desde que el hermano Isidorus Leeber comenzó a realizar cerveza.




Westmalle Tripel

Si te gustan las Tripel, esta no es una más... es la madre de todas las Tripel!

La abadía de Westmalle se encuentra en la localidad del mismo nombre en Bélgica. Se dice que su primer cerveza fue elaborada en el año 1794, pero recién en el año 1834 recibió la denominación de cerveza de abadía al elaborar una cerveza dulzona y de bajo alcohol.
Sin embargo parece que los monjes buscaban algo que los llene un poco más y en el año 1856 comenzaron a fabricar una cerveza fuerte de color amarronada que años después pasaría a ser la primera cerveza de estilo Dubbel ("doble" en idioma holandés).
Ya en el siglo XX, la cervecería fue remodelada y agrandada y para el año 1934 decidieron lanzar una cerveza más fuerte que la dubbel, esta vez era rubia de 9.5° y la llamarían Tripel.
Que tal? Sin dudas este monasterio es el padre de gran parte de las cervezas de abadía que hoy podemos tomar y su Tripel podemos decir sin equivocarnos que es LA TRIPEL.

Pasando a la cerveza, pude encontrar que en su elaboración se utiliza azúcar y se le incorporan varios tipos de lúpulos: Styrian Golding, variedades alemanas y lúpulo Saaz.
Al momento de servirla se la ve de color ambar y algo turbia. Forma una espuma blanca que se mantiene por un largo rato.
En su aroma lo primero que se siente son tonos bien frutales y dulces. Llegué a sentir algo similar al aroma del pan.
Al tomarla se la siente dulzona y muy frutada con notas como si fuera de banana y durazno. Muy cremosa y con un amargor intenso que se hace fuerte en el retrogusto y que balancea muy bien todo el dulzor de la primera impresión. En garganta se la siente caliente y algo picante.
Una exquisitez que casi me hizo llorar cuando se me acabó el último trago y me dí cuenta que solo tenía esta botellita de apenas 330cc.

Si les gusta el estilo Tripel no se pueden morir sin tomar esta cerveza. Dios quiera que un importador se apiade y algún día la podamos conseguir por estas tierras.

Westmalle Tripel:

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Galápagos
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I love Tripel
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